quarta-feira, 26 de setembro de 2018

ABAIXO O EUCALIPTO TOCA A PLANTAR PAULOWNIA...


A Paulownia, é uma espécie de crescimento rápido, exótica, originária da Ásia e sem qualquer problema fitossanitário conhecido.
Estamos apenas a falar da Paulownia tomentosa, porque é a única que se enquadra no Decreto-Lei 565/99 que regulamenta a introdução de espécies exóticas no País.
Esta árvore produz uma madeira nobre, muito leve e que não empena, e ao fim de oito anos cada árvore dá cerca de 1,3 m3 de madeira, regenerando-se cerca de oito vezes. Não estraga o solo, antes fertilizando-o, reduz 10x mais a emissão de CO2, sendo uma grande ajuda no combate à poluição, pois liberta também 10x mais oxigénio que uma árvore comum. Como tem uma temperatura de inflamação elevada, é óptima para faixas de contenção de incêndios. Gosta de solos com pH entre os 5,5 e os 8, o que cobre cerca de 80% do território Nacional.
A Paulownia é uma árvore que, ao contrário do eucalipto, transporta a água desde a sua folha até à raiz que por sua vez, faz uma espécie de um saco que armazena e conserva a água”. Durante a noite absorve a humidade e à luz do dia, quando precisa de se alimentar, vai à reserva que obteve durante a noite. Este é um tipo de árvore que necessita de pelo menos 14 horas, de luminosidade por dia, em Portugal. Noutros países, o desenvolvimento da árvore é um pouco mais lento.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

ACHEI INTERESSANTE E ROUBEI...

Os paradoxos de certas profissões


1- O Advogado deseja que as  pessoas tenham problemas com
 a justi1 ça .
2 - Todos os iatros desejam que fiquem muito tempo  doentes para
 ganharem mais dinheiro.
3 - O Polícia pretende que te tornes criminoso para ter mais
 subsídios.
4 - O Professor  quer  que não saibas nada para te dar explicações.
5 - A meretriz pensa em ganhar dinheiro como os problemas
 dentro dos casais.
6 - O médico dentista anseia  que tenhas dentes podres.
7 - O bate-chapas vaza óleo na estrada para que o teu carro
 estrague.
8 - O Coveiro  está sempre  na mira  que chegue a tua partida
 na horizontal para te levar directo á cidade necrópole.
9 -  O engenheiro quer que haja problemas com pontes e prédios 
para terem mais trabalho.
10- O gatuno é o único que deseja  que vivas bem e nada te falte,
que tenhas muito dinheiro e prosperidades. 
En conclusão: Por estranho que parece  O larápio  é aquele   que
quer o teu bem  e da tua familia...

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

AS FÉRIAS DOS PADRES...

Anedota: As férias dos Padres

Dois padres vão passar férias para o Algarve e para não serem reconhecidos, vão a uma loja de surfistas e compram roupas radicais. Mais tarde estão na praia a beber as suas caipirinhas quando passa um loira toda boa, e diz:
– Bom dia senhores padres!

Os padres ficaram pasmados! Tinham sido reconhecidos! Por isso foram outra vez à loja e compraram roupas ainda mais radicais. Estão na praia descansados e passa a mesma loira com tanga de fio dental, senta-se ao lado deles de uma forma sexy e diz:
– Boa Tarde senhores padres!

Um dos padres não resiste e pergunta:
– Nós realmente somos padres! Mas como é que nos reconheceu?

– Senhor Padre sou eu! A irmã Ãngela!

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

DE MACAU ATÉ À FIGUEIRA...

Qual a primeira parte do corpo a chegar ao céu?


Na escola, na aula de religião e moral, a professora pergunta:
- Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?
Uma menina levanta o braço:
- As mãos, senhora professora!
- E porquê? – pergunta a professora.
Responde a menina:
- Porque quando rezamos elevamos as mãos ao céu.
Ainda nem a professora tinha falado, retorquiu o Joãozinho:
- Não é nada disso, são os pés!
Intrigada pergunta a professora:
- Ah sim, Joãozinho, e porquê?
Explica o menino:
- Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais, a minha mãe tinha os pés no ar, e estava a gritar:
“Meu Deus, meu Deus, estou a ir pró céu… estou a ir pró céu…“ 
E continuou o menino:
 – E ainda bem que o meu pai estava em cima dela a segurá-la, senão, lá iam os dois…
(do FerreiAmigo)

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

O SIMBOLO (ARROBA)!

O saber não ocupa lugar
   
O Simbolo @ (arroba) (BEM interessante)
Durante a Idade Média os livros eram escritos à mão pelos copistas. Percursores dos taquígrafos, os copistas simplificavam seu trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava, naquela época!). O motivo era de ordem econmica: tinta e papel eram valiosíssimos.
Assim, surgiu o til (~), para substituir o m ou n que nasalizava a vogal anterior. Se reparar bem, você verá que o til é um enezinho sobre a letra.
O nome espanhol Francisco, também grafado Phrancisco, foi abreviado para Phco e Pco – o que explica, em Espanhol, o apelido Paco, comum a quase todo Francisco.
Ao citarem os santos, os copistas os identificavam por algum detalhe significativo de suas vidas. O nome de São José, por exemplo, aparecia seguido de Jesus Christi Pater Putativus, ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde, os copistas passaram a adotar a abreviatura JHS PP, e depois, simplesmente, PP. A pronúncia dessas letras em sequência explica por que José, em Espanhol, tem o apelido de Pepe.
Já para substituir a palavra latina et (e), eles criaram um símbolo que resulta do entrelaçamento dessas duas letras: o &, popularmente conhecido como e comercial em Português, e ampersand, em Inglês, junção de and (e, em Inglês), per se (por si, em Latim) e and.
E foi com esse mesmo recurso de entrelaçamento de letras que os copistas criaram o símbolo @, para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de casa de.
Foram-se os copistas, veio a imprensa - mas os símbolos @ e & continuaram firmes nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registro contábil 10@£3 significava 10 unidades ao preço de 3 libras cada uma. Nessa época, o símbolo @ significava, em Inglês, at (a ou em).
No século XIX, na Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e contábeis dos ingleses. E, como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses davam ao símbolo @ (a ou em), acharam que o símbolo devia ser uma unidade de peso. Para isso contribuíram duas coincidências:
1 - A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cuja inicial lembra a forma do símbolo;
2 - Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Por isso, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registro de 10@£3 assim: dez arrobas custando 3 libras cada uma. Então, o símbolo @ passou a ser usado por eles para designar a arroba.
O termo arroba vem da palavra árabe ar-ruba, que significa a quarta parte: uma arroba ( 15 kg , em números redondos) correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe, o quintar, que originou o vocábulo português quintal, medida de peso que equivale a 58,75 kg .
As máquinas de escrever, que começaram a ser comercializadas na sua forma definitiva há dois séculos, mais precisamente em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados), trouxeram em seu teclado o símbolo @, mantido no de seu sucessor - o computador.
Então, em 1972, ao criar o programa de correio eletrônico (o e-mail), Roy Tomlinson usou o símbolo @ (at), disponível no teclado dessa máquina, entre o nome do usuário e o nome do provedor. E foi assim que Fulano@Provedor X ficou significando Fulano no provedor X.Fulano@Provedor X ficou significando Fulano no provedor X. É curioso que ainda se empregue no Algarve a expressão " à da" (vou à da minha avó) tal como o proposição latina @ - ad- indicativa de "a casa de".
Na maioria dos idiomas, o símbolo @ recebeu o nome de alguma coisa parecida com sua forma: em Italiano, chiocciola (caracol); em Sueco, snabel (tromba de elefante); em Holandês, apestaart (rabo de macaco). Em alguns, tem o nome de certo doce de forma circular: shtrudel, em iídisch; strudel, em alemão; pretzel, em vários outros idiomas europeus. No nosso, manteve sua denominação original: arroba.